1. A solução da equação 5(x + 3) – 2(x – 1) = 20 é
A) 0
B) 1
C) 3
D) 9
B) 1
C) 3
D) 9
Resolução: Vamos resolver a equação passo a passo, aplicando a propriedade distributiva da multiplicação. Vejamos!
5(x + 3) – 2(x – 1) = 20
5x + 15 – 2x + 2 = 20
5x – 2x = 20 – 15 – 2
3x = 3
x = 1. Portanto, a solução da equação é 1.
2. Na equação (k – 4)x2 + 5x – 3 = 8 + k, qual deve ser o valor de k para que tenhamos uma equação do 1º grau com solução no conjunto dos números reais?
A) 1
B) 2
C) 3
D) 4
B) 2
C) 3
D) 4
Resolução:Para chegarmos a solução do problema, devemos antes lembrar da “forma” de uma equação do 1º grau. Uma equação do 1º grau apresenta a seguinte forma reduzida:
ax + b = 0, onde a é diferente de 0 (zero) e b assume qualquer valor real.
Repare que não temos nenhum termo do 2º grau, isto é, nenhum “x ao quadrado”. Logo, para que a equação dada no problema seja do 1º grau, não pode ter nenhum termo (incógnita) elevado ao quadrado, ou seja, não apresentar nenhum termo do 2º grau.
(k – 4)x2 + 5x – 3 = 8 + k
Para que isso acontença, basta o coeficiente do termo x2 ser igual a 0 (zero), sendo que anulará tal termo. Devemos fazer (ter) então
k – 4 = 0, logo k = 4.
Portanto, para que a equação seja do 1° grau, k = 4. Veja o que acontence:
(4 – 4)x2 + 5x – 3 = 8 + 4, então 0x2 + 5x – 3 = 8 + 4 e daí 5x – 3 = 8 + 4.
3. Qual é o número inteiro que é solução da equação
A) 1
B) 3
C) 4
D) 5
B) 3
C) 4
D) 5
Resolução:Para encontrar a solução da equação vamos coloca-lá na forma reduzida, para isso, reduziremos as frações ao mesmo denominador através do mínimo múltiplo comum.
O mmc(1,2,3) = 6.
Como os denominadores são iguais e temos uma igualdade entre os membros, logo os numeradores devem também ser iguais.
Portanto, o número inteiro que é solução da equação é 5.
4. Qual dos valores de x abaixo verifica a equação
A) x = –7
B) x = –1/7
C) x = 13/7
D) x = –9
B) x = –1/7
C) x = 13/7
D) x = –9
Resolução: Para resolver está equação, vamos seguir o mesmo procedimento da anterior, mas com atenção redobrada, pois temos uma operação de subtração nos dois membros.
Bem, o mmc(1,2,3) = 6.
Agora, faremos a multiplicação dos sinais de “menos” pelos “sinais” dos membros (numeradores) das frações e não mais precisaremos nos preocupar com os 6’s nos denominadores,pois são iguais (antes e depois da igualdade).
6 – (3x – 3) = 6x – (2x + 4) <=>
6 – 3x + 3 = 6x – 2x – 4 Û – 3x – 6x + 2x = – 4 – 6 – 3 Û -7x = –13 Û x = 13/7.
5. Se a equação 2ax – 3 = x + 3 é equivalente à equação
então:
A) a = –2
B) a = 2
C) a = –1
D) a = –4/5
B) a = 2
C) a = –1
D) a = –4/5
Este problema fala em equações equivalentes. Para quem não sabe, duas equações são equivalentes quando possuem o mesmo conjunto solução, isto é, o mesmo valor para a incógnita.
Sabendo disso, veja que a equação pede o valor de a e não de x, mas será necessário determinar o valor de x antes, pois ambas devem possuir o mesmo valor, mas isso só será possível num primeiro momento, na segunda equação.
Mas antes de resolvermos a segunda equação, veja que temos um trinômio do 2º grau e o mesmo pode ser fatorado. Para isso, utilize a ideia da soma e produto das raízes de uma equação do 2º grau, isto é,
x2 – 3x + 2 = (x – 1)(x – 2). Vamos agora encontrar o valor de x na segunda equação.
Determinado o mmc [(x – 1),(x – 2)] = (x – 1)(x + 2).
Como temos que os denominadores são iguais, então
x – 2 – 3x + 3 = 5 Û – 2x = 4 Û x = – 2.
De posse do valor de x, vejamos a primeira equação isolando a.
2ax – 3 = x + 3 Û 2ax = x + 3 + 3 Û 2ax = x + 6 e daí
Como x = – 2, substituindo …
Portanto, como as equações são equivalentes o valor de
a= –1.
a= –1.
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